quarta-feira , 22 novembro 2017
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Dízimos e Ofertas

Dízimos e Ofertas

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A palavra hebraica para dízimo (ma’aser) literalmente (a décima parte).
Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bençãos divinas. O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e do sustento dos sacerdotes.
Deus considerava seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida.
Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida.
Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor, nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. Além dos dízimos os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: O holocausto, a oferta de manjares, a oferta pacífica, a oferta pelo pecado, e a oferta pela culpa.
Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor.

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  1. Efésios 2:14-15
    “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homen, fazendo a paz.” Esta passagem mostra que Cristo aboliu a “lei dos mandamentos”. Desde que a guarda do sábado era um destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.

    Romanos 7:4-7
    “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, “libertos da lei”. A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: “Não cobiçarás” como uma das leis. (Veja Nota 2).

    2 Coríntios 3:6-11
    “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança

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